quarta-feira, 11 de maio de 2011

DERRUBANDO O ESPÍRITO DA GRÉCIA



- Atos 17:16-34
         Após a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes o evangelho começa a ser espalhado por todo o mundo com uma grande velocidade, tamanha era a motivação da igreja primitiva. Quando Paulo e Barnabé pregaram em Icônio, grande multidão creram em Jesus, incluindo judeus e gregos. Paulo pregou para todos os habitantes da Ásia e o Senhor fazia milagres extraordinários em sua vida. A ponto dos enfermos levarem lenços e aventais de uso pessoal de Paulo, e as enfermidades fugiam das vítimas e os espíritos malignos se retiravam.
         Em muitos locais a pregação do evangelho arrebatou um grande número de seguidores, igrejas eram instituídas, vidas eram transformadas, sinais, prodígios e maravilhas acompanhavam o povo que passava a crer no poder de Jesus Cristo. O evangelho alcança também o continente europeu, mas quando Paulo chega em Atenas algo diferente acontece, ele se depara com um povo idólatra e acentuadamente religioso, mas que não aceitava a verdade de Deus.
         Atenas é a capital da Grécia, e naquela época era o centro religioso do mundo greco-romano. Em Atenas predominava o politeísmo (crença em vários deuses) e a Grécia influenciou o mundo com seus costumes e cultura, com o intelectualismo, a adoração ao corpo, a democracia que substitui a teocracia, a competição, o sistema político ocidental, a educação, a arte, diversas áreas de dominação.
         Paulo com intrepidez se levanta no meio do Areópago e com uma estratégia dada por Deus anuncia a Jesus Cristo. Não é registrado grande êxito nesta missão, não se fala de uma igreja em Atenas, de multidões se convertendo, se batizando. Os atenienses criticam a Paulo e o chamam de “tagarela”. Alguns escarnecem e outros não dão muita atenção. Mas o que acontece para que haja tanta resistência no coração destes gregos? Eles buscavam somente a sabedoria humana, aquilo que o homem pode explicar e achavam loucura a pregação do evangelho. Estavam demasiadamente cheios de suas filosofias e achismos e por isto impossibilitados de receberem a verdade do Senhor.
- 1 Coríntios 1:20-25
         Não há nada de errado em buscar sabedoria, mas a sabedoria humana foi aniquilada pela de Deus que é profundamente maior que a dos homens. A igreja de Beréia, registrada no mesmo capítulo de Atos, demonstra que podemos examinar as escrituras, estudar a Palavra e ainda assim não ser consumidos pelo entendimento simplesmente humano.
         Imagino nos dias de hoje alguém anunciando a Jesus da maneira que Paulo fez aos atenienses. Seria alvo de críticas, de ínumeras acusações em blogs e programas de debates teológicos. Com certeza seria acusado de ser um  enganador, um blasfemador. Será que este sentimento que havia nos corações destes gregos continua agindo hoje no coração de muitos homens? Será que há atuação do espírito da Grécia que tenta minar aquilo que Deus tem realizado em nossa geração?

- Daniel 10:20-21
         O principado da Grécia influenciou o mundo e impregnou sua cultura. Traz a intelectualização, a humanização da palavra de Deus, levando o homem a confiar em si mesmo e no seu conhecimento. É um sistema que nega o sobrenatural, profético, a cura, os demônios, a manifestação do Espírito Santo, ridicularizando aqueles que nisto acreditam. Hoje a igreja predominante na  Grécia é a Ortodoxa, e tudo o que foge disto é visto como ameaça, por isto missionários são perseguidos neste país. Este principado leva a muitos homens a viver somente no natural e superficial, “tentando” explicar a tudo aquilo que é espiritual. Ele traz o impedimento do mover apóstolico, do crescimento da igreja e pregação da Palavra de Deus. É aquilo que ingessa e paraliza muitos homens que deveriam levar a palavra e andar na dimensão do Espírito Santo.
         Traz de maneira aceitável aquilo que é condenado pela Palavra de Deus. Então vemos entrando cada vez mais na sociedade a sua atuação: casamento de homossexuais, legalização do aborto, banalização do sexo e propagação da pornografia, a pregação de um evangelho sem a busca de santidade, sem a necessidade de largar o pecado, trazendo a justificativa de ser algo cultural.
- Zacarias 9:12-14
         Os filhos de Sião se levantam contra os filhos da Grécia. Devemos nos opor aquilo que tem origem naquilo que não provém do Senhor. Renovar nossa mente não aceitando aquilo que foi imposto por este espírito da Grécia em todo o mundo. Devemos ser uma igreja que faz a diferença neste mundo, que vive pelo mover profético do Senhor nesta geração. Jesus está voltando e irá triunfar com sua igreja.
         Não buscar a soberba e satisfação mundana, mas antes o reino de Deus e sua justiça. Não devemos aceitar este pensamento grego dentro da igreja. Temos que buscar aquilo que toca e move o coração de Deus.

- Marcos 7:24-30
         Para finalizar esta mensagem vemos uma mãe grega, que se aproxima de Jesus e com sua fé e perseverança alcança o milagre. Naquele tempo Jesus trazia o evangelho para os judeus, ainda não havia sido revelado aos gentios. Mas a declaração desta mulher move o coração de Jesus e sua filha foi liberta.

Caia por terra o espírito da Grécia e vivamos o sobrenatural de Deus!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A CRUZ DE CRISTO



- Marcos 8:34
         A palavra cruz aparece diversas vezes na bíblia. Algumas vezes para descrever a cruz de madeira onde Cristo foi crucificado, em outros casos uma condição, disposição necessária para realização de algo. Em Mateus 10:38, Jesus também diz ser necessário tomar nossa cruz para o seguirmos. Mas o que Ele quiz dizer com isto?
         Se pegarmos o contexto desta passagem, Jesus está falando sobre lutas e dificuldades que sofreríamos por amor a Ele. Se estamos dispostos a serví-lo devemos sim tomar nossa cruz, nos prepararmos para qualquer situação sem jamais abandonar nossa fé.

- Gálatas 22:19-20
         A cruz é o lugar onde morremos com Cristo, está relacionada a renúncia de nossa própria vida, afim de que Cristo viva em nós.
- 2 Coríntios 5:14-15
         Jesus morreu por todos, para que não vivamos mais por nós mesmos, mas sim por Ele, que ressuscitou dentre os mortos.
         Hoje pouco se fala na cruz. A preocupação maior está na satisfação própria, nas bençãos desejadas, naquilo que desejamos resolver em nossas vidas. Mas a nossa morte na cruz com Cristo é fundamental para uma vida verdadeira com Jesus.
         Mas Jesus não só disse para tomarmos a cruz, ele também a tomou, mas de forma física e muita dolorosa. O signficado de sua morte na cruz é a essência da nossa pregação. Não há nada mais profundo, mais poderoso ou libertador do que a morte de Jesus.
- 1 Coríntios 15:3 / 2:2 / 1:18
         O sacrifício de Cristo na cruz nos trouxe libertação de nossos pecados e o centro do plano de redenção de Deus para o homem está na morte de Jesus. Quando pregamos a morte de Jesus nos trazendo vida, isto é encarado loucura para aqueles que não experimentaram a experiência de conhecer profundamente este amor. Pois a cruz é a manifestação do maldade do homem, mas do amor de Deus.
            Não há adoração sem cruz, não vida com Deus sem cruz, não há salvação sem cruz, não há santificação sem a cruz de Cristo, pois lá foi vertido o sangue do Cordeiro que nos lava do pecado.
         Mas a cruz em si, como objeto, não traz um poder místico, de libertação. Portanto carregar um crucifixo, ter uma cruz em nossa casa, fazer o sinal da cruz, isto não trará salvação nenhuma. Demônios não se submetem a uma cruz, mas sim a Jesus que morreu e venceu na cruz.
         O mundo tenta anular a morte de Cristo, trazendo outras versões da sua história. Que se casou e mudou para a Índia. Que não havia morrido e saiu do túmulo. Que não foi crucificado. Tudo isto para tentar anular a verdade de Deus, para acabar com o sacrifício único e suficiente que Jesus realizou.
         A pregação do evangelho não pode ser maquiado. Jesus morreu na cruz para nos salvar e nos libertar. A cruz de Cristo não pode ser anulada.
- 1 Coríntios 15:13-19 / 1:17

         Jesus pagou um alto preço na cruz e muito se discute quem seriam os culpados pela sua morte. A resposta é EU e VOCÊ. Jesus morreu pelos nossos pecados, foi para nossa salvação que ele sofreu dura morte. A morte de cruz era a mais cruel das mortes na época, reservada para os maiores infratores e por esta morte Jesus se entregou.
- 1 Pedro 2:21-25 / Filipenses 2:6-8

         Jesus foi açoitado, humilhado, cuspido, colocaram em sua cabeça uma coroa de espinhos, colocaram em seu corpo que estava sangrando, um manto. Pregaram suas mãos e pés e ele sofreu imensa dor. Na cruz para poder respirar era necessário apoiar-se em seus pés pregados. Para pronunciar as palavras que disse na cruz, precisava fazer este grande esforço. Inclusive a frase pedindo que Deus perdoasse os homens que faziam aquilo.

         Conhecer a história de Jesus somente, saber histórias descritas na Bíblia,  não trará salvação a niguém, não livrará a alma de ninguém do inferno. É preciso passar pela cruz. É preciso crer no sacrifício de Jesus e aceitar como o único e suficiente ato de remissão de nossos pecados.
         Se um cristão não tiver a cruz de Cristo como o centro de sua fé, viverá em uma vida inconstante, pois a todo momento encontra justificativas para ser abalado e enfraquecido. Precisamos nos lembrar da cruz e anunciar a morte de Jesus, até que Ele venha (1Coríntios 11:26). Nisto está baseada nossa fé, esperança e motivação, na morte e ressureição do nosso Senhor.


Vamos passar pela cruz de Cristo!!!
Pr Tarcisio Freitas